terça-feira, 3 de agosto de 2010

José Bruno

  José Antonio Bruno nasceu em São Paulo, em 22 de abril de 1966, no bairro paulistano do Ipiranga. Filho de pai italiano e mãe mineira, já em sua adolescência demonstra vocação para a música, tendo como instrumento predileto a guitarra. Ao lado do único irmão e de mais dois amigos, forma uma banda de rock, batizada pelos integrantes como Resgate. Nascia, assim, o interesse em trabalhar com jovens, para os quais desejava levar mensagens de paz e recuperação de vícios, por meio da música.
  Integrante de uma igreja evangélica, José Bruno participava de inúmeras ações com os jovens, deixando evidente em sua vida um talento especial para as causas relacionadas à juventude. Nesse contexto, despontava, naturalmente, seu caráter como líder. Paralelamente, aplicava-se aos seus estudos com o forte objetivo de ingressar em uma universidade.
  Com vocação para ciências exatas, José Bruno formou-se engenheiro civil. Exerceu sua profissão em empresas públicas e privadas, adquirindo experiências em diferentes áreas dentro de sua carreira. Após sua formação, casou-se com Blanche Bruno, com quem tem três filhos: Lucca, Vitória e Guilherme. 
  Sua dedicação e propósitos em ajudar pessoas, além da vocação para o chamado ministerial, José Bruno preparou-se para o pastorado. Seu carisma e liderança o conduziram ao episcopado; tempos depois José Bruno foi ordenado bispo evangélico. Hoje esta à frente de um ministério fundado pelo grupo que integra a banda Resgate deste sua juventude, o que deixa claro a persistência e o amor pelas causas que defende. 
  Com atividades voltadas a ações sociais, participou de inúmeros programas cujo objetivo era melhorar e dar dignidade à vida das pessoas, como  ‘Expresso da Solidariedade’, que distribui refeições nas regiões mais pobres das grandes cidades do país; ‘Casas Lar Abrigo de Crianças e Idosos’, o ‘Gauf’, que dá assistência ao usuário de drogas e a seus familiares; o ‘Centro de Recuperação de dependentes químicos de Santana do Parnaíba’, que é uma referência nacional no tratamento de toxicômanos. 
  Para viabilizar seus projetos e contribuir com idéias que pudessem melhorar a vida da população, José Bruno aceitou o desafio de concorrer a deputado estadual em São Paulo. Foi eleito com expressivos 73.968 votos em 2006, sendo uma das vozes mais ativas na Assembleia Legislativa. 
  Em sua trajetória política contabiliza importantes conquistas para os setores os quais representa, que são as igrejas e lideranças evangélicas, bem como conquistas para a população paulista. Fazem parte destas conquistas a aprovação do projeto de lei que insere a Marcha para Jesus, maior evento cristão do mundo, no calendário turístico do Estado e a proposta de oito projetos de lei para combater crimes de pedofilia e abuso sexual a crianças e adolescentes. Também conquistou, após quase dois anos de lutas, a abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito que investigará a pedofilia no Estado de São Paulo. 
  Nesse primeiro mandato, José Bruno atendeu diversas reivindicações dos mais setores diferentes da sociedade, especialmente as do terceiro setor, tornando-se porta voz e defensor de suas causas. Estão nesse rol entidades como: Cratod (Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas); Cervi (Centro de Reestruturação para a Vida); Rebrates (Rede Brasileira do Terceiro Setor) entre outras.
  Logo no início da vida parlamentar, José Bruno foi eleito vice-presidente da Comissão de Educação, da qual faz parte sempre com importantes interferências. Suas posições e posturas fazem com que freqüentemente seja escolhido como relator de projetos polêmicos. Por sua responsabilidade e postura, recentemente, José Bruno foi elevado a integrante do Conselho de Ética da Assembleia Legislativa de São Paulo.
   Assessoria parlamentar.

O deputado José Bruno (DEM), ainda é o presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, instalada na Assembleia Legislativa paulista desde março deste ano, tem estudado a fundo as várias áreas que possuem ligação com o abuso sexual infanto-juvenil, como a área médica e jurídica. O presidente da Comissão,e os demais deputados membros ouviram depoimentos de profissionais envolvidos no enfrentamento a este crime para colher informações que os auxilie a preparar um relatório... Leia mais>> 
 

   

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Notícia Bombástica

 Você conhece está figura?
 Não!?
 Não acredito... mas...
 Concerteza tu já ouviu alguns dos "sucessos" do cara, só pra dar uma refrescada na tua cabeça, vai me dize que nunca se deparasse cantando alguns versinhos do tipo "nega do cabelo duro que não gosta de se pentea..." ou "tieta, tieta, ver os olhos de tieta..."
 Bom é esse o cara!!! Luis Caldas, dá uma olha nas musiquinhas só pra relembra.



 Então... não é que com essas musiquinhas o cara fez sucesso! E o pior, se tornou o pecurssor do axé music no Brasil.
 Mas, sumido do jeito que tava... tú não vai acreditar, o cara virou cantor de Heavy Metal!!!
 Trocou os pés descalsos por um all star!!! Bizarro não?!
 E não para por ai... ele pretende fazer um megashow na Bahia, e ainda dar uma de Frank Zappa brasileiro.
 Quer lançar 10 cd's simultâneos de estilos diferentes! Heavy metal, axé, frevo, sertanejo, mpb e até um em tupy!!! Não vou nem imaginar os outros estilos!!!
 Dá pra acreditar?

 Que conferi a nova versão? Vídeo.

O sujeito do Ótimo-Bah


   Bob adorava deixar as pessoas felizes. 
  Bob vivia para deixar as pessoas felizes.
  Se as pessoas não estivessem felizes, Bob não ficava feliz. Portanto, todos os dias, Bob se punha a fazer as pessoas felizes. Não era uma tarefa simples, porque o que deixa um feliz pode deixar o outro bravo.
  Bob vivia num lugar em que todos usavam casacos. As pessoas nunca tiravam os casacos. Bob nunca perguntava: Por que? Só perguntava: Qual? "Qual deles vou usar?"
  A mãe do Bob adorava azul. Então para agradá-la, ele usava o casaco azul. Quando ela o via usando o casaco azul, dizia: "Ótimo Bob! Adoro quando você usa azul". Assim, ele usava o casaco azul o tempo todo. E já que nunca saia de casa e não via ninguém, se não a mãe, ficava feliz porque ela ficava feliz e dizia "ótimo Bob" o tempo todo.
  Bob cresceu e conseguiu um emprego. No primeiro dia de seu primeiro trabalho, Bob acordou cedo, vestiu o melhor casaco azul e saiu andando pela rua.
  Mas as pessoas da rua não gostavam de azul. Gostavam de verde. Todos na rua usavam verde. Quando ele passava todos olhavam pra ele e diziam "Bah!"
  Bah! era uma palavra dura para os ouvidos de Bob. Sentia-se culpado de fazer com que um "bah" saísse da boca das pessoas. Ele adoraca ouvir um "ótimo!". Detestava ouvir um "Bah!"
  Quando as pessoas viram seu casaco, e disseram "bah", Bob correu para uma loja de roupas e comprou um casaco verde. Vestiu o casaco verde sobre o azul e voltou para a rua. "Ótimo!", gritavam as pessoas quando ele passava. Sentiu-se melhor por fazê-las sentir melhor.
  Quando chegou no serviço, entrou no escritório do chefe usando o casaco verde.
  Bah! - disse o chefe.
  Ah, desculpe - respondeu Bob, tirando depressa o casaco e mostrando o azul. - O senhor deve ser como minha mãe.
  Duas vezes bah! - reclamou o chefe. Levantou-se da cadeira, foi até o armário e tirou um casaco amarelo. - Aqui gostamos de amarelo - instruiu.
  Às suas ordens senhor - respondeu Bob, aliviado de não ter ouvido "bah" do chefe. Vestiu o casaco amarelo sobre o verde que estava sobre o azul. E foi trabalhar.
  Quando chegou a hora de ir embora, Bob trocou o casco amarelo peo verde e saiu para a rua. Na hora de entrar em casa, vestiu o casaco azul sobre o verde e o amarelo e entrou.
  Bob aprendeu que era difícil viver com três casacos. Os movimentos eram desajeitados, e ele sempre estava com calor. Ás vezes o punho de um casaco aparecia por baixo, denunciando-o a alguém, mas antes que dissessem "bah", Bob o arregaçava de novo.
  Certo dia, Bob esqueceu de trocar de casaco antes de entrar em casa. Quando a mãe viu verde, ficou vermelha de raiva e ia dizer "bah". Mas antes que ela o fizesse, Bob correu e lhe fechou a boca com a mão e não lhe deixou dizer a palavra, enquanto trocava de casacos. Aí, sim, retirou a mão para ela dizer "ótimo".
  Foi naquele momento que Bob percebeu que tinha um talento especial. Conseguia trocar de cor com facilidade. Treinando um pouco, aprendeu a despir um casaco e vestir outro em questão de segundos. Nem ele entendia sua própria versatilidade, mas estava satisfeito com ela, pois agora podia vestir qualquer cor a qualquer hora, agradando qualquer pessoa.
  Sua capacidade de mudar de casaco rapidamente o levou a altas posições. Todos gostavam de Bobporque achavam que era exatamente como eles. Com o tempo, foi eleito o prefeito da cidade.
  Seu discurso de posse foi brilhante. Os que gostavam do verde pensaram que ele estava usando verde. Os que gostavam do amarelo achavam que ele estava usando amarelo. E a mãe simplismente achava que ele estava usando azul. Só ele sabia que estava troucando de roupa sem parar.
  Não foi fácil, mas valeu porque, no fim, todos disseram "ótimo".
  A vida multicolorida de Bob continuou até o dia em que um pessoal amarelo invadiu o gabinete dele.
  Encontramos um criminoso que precisa ser executado - anunciaram, empurrando um homem contra a mesa de Bob. Bob ficou chocado com o que viu. O homem não vestia casaco nenhum, apensas uma camiseta.
  Deixe-o comigo - instruiu Bob.
  E os de casaco amarelo saíram.
  Onde está seu casaco? - perguntou o prefeito.
  Não uso casacos.
  Você não tem casacos?
  Não quero casaco.
  Não quer casaco? Mas todo mundo usa casaco. A... a... aqui é assim.
  Não sou daqui.
  Que casaco usam lá onde você mora?
  Nenhum.
  Nenhum?
  Nenhum.
  Bob olhou para o homem, surpreso.
  E se as pessoas não aprovarem?
  Não estou atrás da aprovação delas.
  Bob nunca ouvira palavras como aquelas. Não sabia o que dizer. Nunca vira uma pessoa sem casaco. O homem sem casaco falou novamente.
  Estou aqui para mostrar às pessoas que elas não precisam agradar as pessoas. Estou aqui para dizer a verdade.
  Se Bob já estivesse ouvido a palavra verdade, teria rejeitado desde o começo.
  O que é verdade? - perguntou.
  Mas antes que o homem respondesse, do lado de fora do gabinete, o poco começou a gritar:
  Mata! Mata!
  Uma turba havia-se reunido junto a janela. Bob se aproximou dela e viu que a multidão estava usando verde. Vestindo seu casaco verde, disse:
  Não há nada de errado neste homem.
  Bah! - gritaram eles.
  Bob recuou ao ouvir aquilo.
  Àquela altura, os amarelos estavam de volta no gabinete. Vendo-os, Bob trocou de cor e argumentou:
  O homem é inocente.
  Bah! - proclamaram eles.
  Bob cobriu as orelhas ao ouvir a palavra.
  Ele olhou para o homem e perguntou:
  Quem é você?
  O homem respondeu simplismente:
  Quem é você?
  Bob não sabia. Mas, de repente, quis saber. Bem naquela hora, sua mãe, que ouvira falar do dilema, entrou no gabinete. Sem perceber, Bob mudou para o azul.
  Ele não é um dos nossos - afirmou ela.
  Mas, mas...
  Execute-o.
  Uma torrente de vozes veio de todas as direções. Bob voltou a cobrir as orelhas e olhou para o homem sem casaco. O homem estava quieto. Bob estava atormentado.
  Não posso agradá-los e, ao mesmo tempo, libertá-lo - gritou para cobrir os berros do povo.
  O homem sem casaco permaneu mudo.
  Não consigo agradar a eles e a você!
  O homem ainda permanecia calado.
  Fale comigo! - exigiu Bob.
  O homem sem casaco disse uma palavra:
  Escolha.
  Não posso! - Declarou Bob. Levantou os braços e gritou. - Levem-no, deixo a escolha com vocês; eu lavo as mãos.
  Mas até Bob sabia que, não fazendo nenhuma escolha, havia feito uma escolha. O homem foi levado para fora, e Bob ficou sozinho. Sozinho com os casacos.

Olhe antes de rotular pt.2

                      
 É especialmente fácil falar de teologia. Tais discussões fazem-nos sentir cheios de justiça. Justiça própria.
 Já que estou confessando pecados, preciso falar de outro. Tive uma discussão teológica desse tipo no Brasil. Nós, os missionários, discutíamos se devíamos oferecer comunhão a pessoas que não eram membros da nossa igreja. o motivo? E se não fossem fiéis? E se não fossem de fato convertidos? E se o coração não ofsse correto? Se lhes oferecêssemos comunhão, poderíamos estar fazendo com que comessem do pão e bebessem do cálice de forma indigna, levando-as a pecar (veja 1 Co 11.27). Assim decidimos que, na primeira vista ningém poderia tomar a ceia.
 Nossa intenção era boa. Parecia correta. Mas aprendi uma lição.
 Adivinhe o que aconteceu. Naquela mesma semana um amigo disse que gostaria de visitar a igreja. O mesmo amigo que estávamos convidando a semanas. O mesmo amigo que não mostrava nenhum interesse estava, de repente, interessado. No princípio, fiquei alegre; depois minha alegria sumiu. Disse a ele que poderia vir, mas que não poderia participar da ceia.
 Enquanto viver, nunca esquecerei a expressão de seu rosto enquanto passava a bandeja da comunhão para a pessoa seguinte. Ele nunca mais voltou. Quem o condenaria? Havíamos aplicado o rótulo antes de conhecer o interior. (veja 1 Co 11.28).
 Isso quer dizer que as discussões religiosas são erradas? Claro que não. Isso quer dizer que não devemos nos preocupar com a doutrina ou relaxar em nosso desejo de santidade? Absolutamente não. Quer dizer que é errado colar o rótulo antes de examinar o conteúdo. Você gosta quando as pessoas o rotulam antes de conhecê-lo?
 "Então, você está desempregado?" (tradução: Deve ser preguiçoso.)
 "Humm, você é contador?" (tradução: Deve ser enfadonho.)
 "Ela é metodista." (tradução: Deve ser liberal.)
 "Ela é metodista e votou na esquerda." (tradução: Deve ser liberal incorrigível)
 "Ah, desculpe, não sabia que você era divorciado."(tradução: Deve ser imoral.)
 "Ele é fundamentalista." (traduçao: Burro de cabeça fechada.)
 Rótulos. Um sujeito me deu um na semana passada. Entramos numa discussão acalorada sobre questões éticas. Em algum ponto da discussão, ele perguntou o tipo de trabalho que eu estava envolvido. Eu lhe disse que era pastor, e ele disse: " Ah, entendi", e calou-se.
 Eu queria dizer: "Não, não entendeu. Não me coloque num saco. Não sou pastor. Sou Max e pastoreio. Não me coloque no mesmo saco com todos aqueles marreteiros e hipócritas que você possa conhecer. Não é justo."
 Rótulos; Tão convenientes. Cole-o numa pessoa, e você saberá em que prateleira colocá-la.
 E se Deus fizesse isso conosco? E se Deus nos julgasse pela aparência externa? E se Ele nos julgasse de acordocom o lugar que nascemos? Ou nossa profissão? Ou erros que cometemos quando erámos jovens? Ele não faria isso, não é mesmo?
 "Não julgueis para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tivers medido vos hão de medir a vós"(Mt 7.1,2).
 Seja cauteloso ao julgar. Isso não significa que você não deva discernir. Signifia que você não deve formular um verdicto. A medida da graça que você concede é a mesma que você recebe.
 Jesus tinha outro jeito de ver o cego de nascença. Em vez de vê-lo como oportunidade para discutir, via-o como uma oportunidade para Deus. Por que ele era cego? "Para que se manifestem nele as obras de Deus" (Jo 9.3).
 Que visão! O homem era uma vítima da fatalidade; era um milagre na fila de espera. Jesus não o rotulou. Jesus o ajudou. Jesus estava mais preocupado com o futuro que com o passado.
 Com quem você mais se parece nessa história? Alguns de vocês parecem com o cego de nascença. Foram assunto de discussão. Foram deixados à margem, como espectadores. Foram rotulados.
 Nesse caso, aprenda o que aquele homem aprendeu: Quando todos os outros rejeitam, Cristo aceita. Quando todos os outros o deixam, Cristo o encontra.Quando niguém mais o quer Cristo reclama sua posse. Quando ninguém mais quer lhe dar um tempinho, Jesus quer lhe dar as palavras da eternidade.
 Outros de vocês se parecem comos observadores. Têm julgado. Têm rotulado. Têm batido o martelo e proclamado a condenação antes de conhecer os fatos. Se é o que acontece com você volte para João 9.4, e compreenda que a obra do Senhor é "Convém que eu faça as obras daquele que me enviou, enquanto é dia".
  Qual a obra de Deus? Aceitar pessoas. Amar antes de julgar. Cuidar antes de condenar.
  Olhe antes de rotular.

 Max Lucado - Ouvindo Deus na tormenta. 

domingo, 1 de agosto de 2010

Olhe antes de rotular.

Cuidando ou Condenando?

 Não faz muito tempo, durante as férias, levamos nossas filhas a uma cidade histórica. Quando visitávamos uma casa antiga, colocamo-nos atrás de uma família de Nova York. Eles não nos disseram que eram de Nova York. Não era preciso. Eu podia dizer. Usavam roupas de Nova York. O adolescente deles tinha metade da cabeça raspada e, na outra metade, o cabelo passava do ombro. A filha vestia roupassobrepostas e um grande colar de contas. A mãe parecia que tinha atacado o guarda-roupa da filha e o cabelo do pai estava abaixo do pescoço.
 Eu tinha decifrado todos eles. O garoto provavelmente se drogava. Ospais estavam passando pela crise da meia-idade. Eram ricos e miseráveis, e estavam precisando de aconselhamento. Era ótimo eu poder estar por perto, no caso de desejarem conselho espiritual.
 Após alguns minutos, eles se apresentaram. Eu estava certo: eram da cidade de Nova York. Mas foi tudo o que acertei. Quando disse meu nome, ficaram estupefatos. "Mal podemos acreditar!" disseram. "Lemos seus livros. Usamos os livros em nossa classe dominical na igreja. Quis ouvi-lo quando você falou em nossa região, mas era a noiteda família e..."
 Escola dominical? Igreja? Noite da família? Gente, cometi um engano. Um grande engano. Eu tinha pregado o rótulo antes de de ver o conteúdo.
 Todos nós usamos rótulos. Colamos rótulos em postes e em pastas para saber o que há dentro. Também os colocamos em pessoas, pela mesma razão.
 João fala-nos de uma vez em que os discípulos também colocaram rótulos. Jesus e seus seguidores encontraram um homem cego de nascença. Eis a pergunta que os discípulos fizeram a Jesus: "Quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?" (Jo 9.2)
 Não importa que o homem esteja mendigando e precise de ajuda. Não importa que o homem tenha passado toda a vida numa caverna escura. Não importa que o homem sentado a frente deles não consiga ouvir o que dizem. Vamos falar do pecado dele.
 Como é que conseguiam ser tão agressivos? Tão insensíveis? Tão... cegos.
 A resposta? (Talvez você não goste.) É mais difícil falar de uma pessoa que ajuda-lá. É mais fácil debater o homossexualidade do que ser amigo de um gay. É mais fácil defender o aborto que sustentar um orfanato. É mais fácil reclamar do sistema de previdência que ajudar os pobres.
 É mais fácil rotular que amar.

Continua...


Max Lucado - Ouvindo Deus na tormenta.
 

sábado, 31 de julho de 2010

Militantes vai lançar novo CD com Download Gratuito


A banda paulista de punk/hardcore Militantes irá lançar seu terceiro disco
de estúdio, "Destrua o Controle", para download gratuito em seu site oficial no dia 01 de agosto.

Recomendada por nomes como Clemente Nascimento, vocalista e guitarrista do Inocentes, uma das principais bandas da história do punk nacional, o grupo lança o primeiro álbum após um hiato de 6 anos em estúdio. O último registro da banda foi o DVD "Mais Ao Vivo do Que Nunca", de 2006.

"Destrua o Controle" promete vir mais pesado e crítico que os antecessores, de acordo com o vocalista e baixista Cleber Alfredo.

Será também o primeiro lançamento independente da banda.